Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Manutenção mensal do lago artificial em Deodoro custa R$ 337 mil

Prefeitura do Rio de Janeiro tem interesse em terceirizar o serviço

Marcio Dolzan, O Estado de S.Paulo

28 Janeiro 2018 | 07h00

Segundo principal polo de disputas nos Jogos Olímpicos do Rio-2016, o Complexo de Deodoro, localizado na Zona Oeste do Rio, passou o último ano praticamente sem atividades. Em setembro, após nove meses fechado, a prefeitura do Rio reabriu parte do parque para a população usar o lago artificial aos finais de semana. Atualmente, à exceção das manhãs utilizadas exclusivamente pelos canoístas da slalom, o complexo é aberto apenas aos domingos.

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Visualmente, o parque melhorou muito nos últimos meses. Funcionários da própria prefeitura roçam o local e agentes da Guarda Municipal fazem a segurança. Por mês, a manutenção do lago e do seu entorno consome R$ 337 mil dos cofres municipais do Rio.

A intenção do município para este ano é terceirizar o serviço e, caso isso aconteça, a previsão é dobrar os custos. A estimativa é de que a contratação de seguranças e de equipes de manutenção predial custe R$ 742 mil a cada 30 dias.

Algumas obras pontuais também precisam ser realizadas. A mais urgente é bastante prosaica: a construção de novos banheiros. À exceção do prédio administrativo, não há nenhum banheiro erguido no Parque Radical. Atualmente, seis contêineres com banheiros provisórios são utilizados pelo público aos finais de semana.

Construída a algumas dezenas de metros do lago artificial, a pista de ciclismo BMX está fechada desde a Olimpíada. A prefeitura do Rio alega que o local, dedicado a ciclistas experientes e devidamente protegidos para as inevitáveis quedas, não pode ser aberto sem equipes de segurança e socorro.

Nos Jogos do Rio, o Complexo de Deodoro foi palco das competições de hipismo, ciclismo mountain bike, ciclismo BMX, pentatlo moderno, tiro esportivo, canoagem slalom, hóquei sobre grama, rúgbi e basquete.

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