Marinha faz simulado de ação antiterrorista para o Rio-2016

Exercício simulado foi feito na Base Almirante Castro e Silva, na Ilha de Mocanguê Grande, em Niterói

Estadão Conteúdo

30 de março de 2016 | 18h20

Em mais um teste de segurança, em preparação para os Jogos Olímpicos, as Marinhas do Brasil e dos Estados Unidos fizeram um exercício simulado de ação antiterrorista na Base Almirante Castro e Silva, na Ilha de Mocanguê Grande, em Niterói (RJ). A ação aconteceu na terça, mas só foi divulgada nesta quarta-feira.

No exercício, as duas Marinhas atuam para reaver um navio sequestrado por terroristas. Na ação, contam com duas lanchas e um helicóptero para libertar os reféns, sem deixar feridos ou vítimas fatais. O simulado faz parte de um treinamento conjunto que vem sendo realizado desde o dia 2 de março e vai até 11 de abril.

Participaram da ação militares do Grupamento de Mergulhadores de Combate (Grumec) e do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais da Marinha Brasileira, representantes da Marinha norte-americana e membros do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal (COT-PF).

"Esse relacionamento com a Marinha norte-americana e com outros países é de longa data. São oportunidades de trocar informação e de aprimorar algumas técnicas dentro da nossa realidade", afirmou Luís Guilherme Rabello, comandante do Grumec.

Um dos militares do Grumec, que não quis se identificar por questão de segurança, exaltou a contribuição da Marinha norte-americana. "Eles vieram com técnicas novas, resultado de um estudo para fazer a melhor abordagem e diminuir ao máximo o efeito colateral, que é a perda de pessoas. Algumas (técnicas) já utilizávamos, outras foram melhoradas e adaptadas."

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