Reprodução/Gabriel Medina Instagram
Reprodução/Gabriel Medina Instagram

'Me sentindo injustiçado', diz Medina sobre veto do COB a Yasmin Brunet em Tóquio

Surfista brasileiro afirma que mulher possui 'funções técnicas' em sua equipe e faz parte de seu estafe desde o início do ano

Redação, O Estado de S.Paulo

27 de junho de 2021 | 17h29

Às vésperas dos Jogos de Tóquio, Gabriel Medina fez duras críticas ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) por vetar a presença de sua mulher, Yasmin Brunet, como membro de sua equipe na Olimpíada. O surfista diz estar sendo "injustiçado" e "prejudicado" pela entidade. 

"Eu poderia levar uma pessoa. E escolhi a Yasmin como meu estafe e não como minha esposa. Ela é meu estafe oficial desde o inicio do ano e, por acaso, minha esposa. Inclusive ela tem funções técnicas que já foram especificadas ao COB", disse, em entrevista ao jornal O Globo

Medina comentou, ainda, que outros surfistas brasileiros que vão disputar a Olimpíada, como Ítalo Ferreira e Tatiana Weston-Webb, não tiveram qualquer tipo de interferência na escolha da equipe. 

"Eles estão certos. Escolheram pessoas que estão ali no dia a dia, ajudando e trabalhando. Não acho que o COB me deu uma justificativa plausível", completou. 

Devido a pandemia do coronavírus, o Comitê Organizador dos Jogos sinalizou que as medidas restritivas na competição seriam mais duras neste ano. Entre os protocolos estão a diminuição de credenciados e a proibição de torcida. 

O COB comentou o assunto por meio de nota oficial divulgada no dia 16 de junho. A entidade afirmou "seguir as diretrizes do Comitê Organizador", ressaltando que o "credenciado tem de ser um profissional que tenha ligação com a modalidade."

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