Matsui Mikihito / CPB
Matsui Mikihito / CPB

Meg Emmerich vence disputa do bronze e traz terceira medalha do Brasil no judô paralímpico

Brasileira aplicou ippon em Altantsetset Nyamaa, da Mongólia, com pouco tempo de luta

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de agosto de 2021 | 08h14

O Brasil segue com boas apresentações no judô na Paralimpíada de Tóquio. Meg Emmerich conquistou a terceira medalha brasileira no esporte ao derrotar Altantsetset Nyamaa, da Mongólia, na disputa pelo bronze com um lindo ippon ainda no começo da luta, válida pela categoria até 70kg B3.

Meg começou a competir em Tóquio contra a japonesa Minako Tsuchiya, que derrotou aplicando um ippon. Na sequência, a brasileira acabou sendo derrotada por ippon por Dursadaf Karimova, do Azerbaijão. Assim, restou a Meg disputar o bronze contra Nyamaa, e ela venceu.

Em entrevista ao SporTV após a luta contra a judoca da Mongólia, Meg valorizou a preparação que teve e agradeceu à comissão técnica, além de se dizer inspirada pela vitória de Alana Maldonado, na categoria até 70kg B2 pouco antes. A brasileira ainda lembrou que as três medalhas do judô até agora foram conquistadas por mulheres.

Além do ouro de Alana Maldonado e do bronze de Meg Emmerich, o Brasil teve mais um bronze, de Lúcia Araújo, na categoria até 57kg B3.

O judô paralímpico é disputado por atletas com deficiência visual. Eles são divididos em três classificações: B1 (totalmente cegos), B2 (veem vultos) e B3 (veem imagens sem nitidez). Os atletas são posicionados pelos juízes já segurando o kimono do adversário no tatame.

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