Milan volta a afirmar que não vai liberar Kaká para os Jogos

Clube italiano diz que não é obrigado a ceder o atleta e que não 'vê sentido' na convocação por parte de Dunga

Ansa,

27 de março de 2008 | 15h24

O Milan voltou a afirmar que "não vê sentido" na convocação de Kaká para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008, após as declarações da CBF de que o time italiano poderia dificultar a ida do jogador. Veja também:  Conheça os locais das provas da Olimpíada de Pequim Teste seus conhecimentos sobre a história da Olimpíada "Esperamos que não haja conflitos por isso e, de qualquer maneira, há tempo para conversar e encontrar uma solução", disse o vice-presidente do Milan, Adriano Galliani, ao saber que Ricardo Teixeira havia se queixado das travas impostas pelo time italiano. O dirigente afirmou que Kaká não é um jogador sub-23 e, por isso, ele não é obrigado a ir às Olimpíadas, "que não estão no calendário da Fifa". A Fifa acordou com o Comitê Olímpico Internacional (COI) que três jogadores acima dos 23 anos podem ser convocados aos Jogos. Teixeira havia sustentado que o Milan poderia ser o problema para levar Kaká, que já expressou seu desejo de jogar em Pequim. Galliani advertiu que não é a intenção do Milan "fazer polêmica alguma", mas enfatizou que levar Kaká a Pequim "tem pouco sentido". O dirigente se expressou "a absoluta disponibilidade" do Milan para ceder Alexandre Pato, de 18 anos, e que foi o grande destaque do amistoso disputado ontem entre Brasil e Suécia. A eventual convocação de Kaká, o melhor jogador do mundo em 2007, para os Jogos Olímpicos comprometeria sua participação com o Milan na fase preliminar da Liga dos Campeões, que será disputada em agosto.

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