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Militar morto não estava em missão pela Olimpíada, diz Rio-2016

Hélio Vieira Andrade foi baleado ao entrar por engano no Complexo da Maré

Jamil Chade, enviado especial ao Rio, O Estado de S.Paulo

12 Agosto 2016 | 13h14

Os organizadores da Olimpíada do Rio apontaram que o militar morto no Complexo da Maré, Hélio Andrade, não estava em uma operação relacionada com os Jogos Olímpicos. "O incidente é muito triste", disse Mario Andrada, diretor de Comunicações do Rio-2016 nesta sexta-feira.

"Ele não estava trabalhando pela Olimpíada. Naquele momento, ele não fazia nada relacionado com os Jogos e nem estava em missão para o evento", insistiu. "Isso não muda nada", emendou o diretor, garantindo que a organização irá dar apoio à família e prestar homenagens.

Como sinal de respeito, as bandeiras olímpicas e do Brasil seriam colocado a meio mastro.

Andrade era de Roraima e integrava a Força Nacional de Segurança enviada ao Rio de Janeiro para ajudar a garantir a segurança dos Jogos. As forças foram chamadas diante de um apelo dos organizadores para garantir a proteção de atletas, autoridades, torcedores e jornalistas.

No total, 85 mil homens têm feito parte do esforço de segurança no Rio. Nos últimos dias, por conta de diferentes incidentes, o Rio-2016 admitiu que o esquema seria modificado, com mais presença de homens nas ruas da cidade.

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