Marcos Arcoverde/ Estadão
Marcos Arcoverde/ Estadão

Ministro diz que oficial da Olimpíada morto tinha treinamento para andar no Rio

Alexandre de Moraes prometeu 'apoio financeiro, logístico e operacional' ao Rio para combater a violência

Suellen Amorim, Estadão Conteúdo

16 Agosto 2016 | 14h13

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, disse que os policiais militares da Força Nacional de Segurança (FNS) que tiveram o carro alvejado ao entrar na Vila do João, no Complexo da Maré, zona Norte do Rio de Janeiro, haviam sido treinados para transitar no Rio e já haviam realizado o mesmo trajeto anteriormente.

O ataque, na tarde da última quarta-feira vitimou o soldado Hélio Andrade. "Essa mesma equipe foi treinada com batedores, estavam acostumados a realizar o traçado", disse nesta terça.

De acordo com o ministro, todas as forças envolvidas na operação de segurança da Olimpíada: a FNS, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal tiveram o treinamento "dado e repetido". Ele ainda classificou como "fato covarde" o crime que vitimou o soldado.

Moraes prometeu "apoio financeiro, logístico e operacional" do Ministério da Justiça ao Rio de Janeiro para combater a violência.

Hélio Vieira Andrade foi baleado na testa quando, por engano, o carro em que estava entrou na comunidade da Maré, dominada por traficantes, e criminosos abriram fogo contra o veículo. Outro PM, o capitão Allen Marcos, da Polícia Militar do Acre, foi ferido por estilhaços no rosto, mas foi liberado. Um terceiro policial não foi ferido.

Andrade chegou a ser submetido a cirurgia. Morreu no sábado, no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na zona norte.

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