Marko Djurica / Reuters
Marko Djurica / Reuters

No último dia da natação na Paralimpíada, Wendell Belarmino fatura bronze

Brasil fecha participação nas piscinas com oito ouros, cinco pratas e dez bronzes no total

Redação, O Estado de S.Paulo

03 de setembro de 2021 | 08h51

Wendell Belarmino já tinha um ouro e uma prata na Paralimpíada de Tóquio, mas ainda foi atrás de completar os três tipos de medalha e levou o bronze nos 100m borboleta da classe S11 (atletas cegos), em uma incrível recuperação no final, e faturou a única medalha do Brasil no último dia da natação nos Jogos.

Wendell não era cotado como favorito. Na prova, o brasileiro chegou a ficar na quinta colocação, mas teve uma ótima recuperação no final, ultrapassou dois adversários e conseguiu o bronze com 1min05s20. Ouro e prata foram para o Japão, com Keiichi Kimura em primeiro (1min02s57) e Uchu Tomita em segundo (1min03s59).

Com a medalha, Wendell fecha a Paralimpíada da melhor forma possível. Anteriormente, o nadador havia sido ouro na prova dos 50m livre S11 e prata junto com o revezamento 4x100m livres misto 49 pontos, ao lado de Douglas Matera, Lucilene Caetano e Maria Carolina Santiago.

Até então, o Brasil vinha sendo discreto no último dia da natação nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. Antes de Wendell, Ronystony Cordeiro, Cecília Araújo, Esthefany Rodrigues e Gabriel de Souza disputaram finais, sem alcançar medalha. Depois, o quarteto brasileiro formado por Andrey Garbe, Ruan de Souza, Phelipe Rodrigues e Talisson Glock ainda participou do revezamento 4x100m medley 34 pontos (ou seja, a soma das classes dos atletas tem que dar 34) e ficou em sétimo.

Nada que apague a excelente campanha da natação brasileira em Tóquio. Foi a melhor campanha do Brasil nas piscinas, com oito ouros, cinco pratas e dez bronzes.

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