Nuzman admite necessidade de psicólogo na delegação do Brasil

Presidente do COB afirma, porém, que será difícil, pois depende dos treinadores de cada atleta ou equipe

Agência Estado,

24 de agosto de 2008 | 14h07

Apesar de ter avaliado a participação brasileira na Olimpíada de Pequim como a melhor da história, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, admitiu neste domingo a necessidade de incluir psicólogos na delegação do Brasil que vai aos Jogos Olímpicos. Ele, porém, explicou que isso é difícil de ser implantado, pois depende dos treinadores de cada atleta ou equipe.   Veja também:Balanço da Olimpíada de Pequim A campanha brasileira na Olimpíada de Pequim  Nuzman diz que esporte brasileiro evoluiu em Pequim   Os 10 melhores momentos dos Jogos Olímpicos de Pequim   Segundo Nuzman, agora é hora de fazer um balanço na participação brasileira na Olimpíada para melhorar o trabalho. "Existem algumas correções de rumo a serem feitas", disse o dirigente, citando a presença do psicólogo como uma dessas possíveis mudanças. Afinal, alguns atletas do Brasil que eram favoritos ao pódio acabaram fracassando em Pequim, enquanto muitos outros tiveram performance abaixo do que já fizeram na carreira.   De qualquer maneira, Nuzman entende que a evolução brasileira é evidente. "O Brasil está no caminho para ser uma potência olímpica, estamos trabalhando para isso", avisou o presidente do COB, satisfeito com a performance na Olimpíada de Pequim. "Temos que agradecer aos atletas pelo esforço, empenho e dedicação mostrados."

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