Wlliam West/AFP
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Pai de Scheidt diz que chances de bronze no Rio-2016 são 'magras, mas existem'

Fritz Scheidt relembra desvantagem revertida pelo filho em Pequim-2008

Clarissa Thomé, O Estado de S. Paulo

15 Agosto 2016 | 13h20

O pai do velejador Robert Scheidt, Fritz Scheidt, reconheceu nesta segunda-feira que será difícil o filho conquistar a medalha de bronze na classe Laser nos Jogos Olímpicos do Rio, mas vê chances de o resultado ser alcançado, lembrando outros feitos do brasileiro.

"Em Pequim, ele estava 14 pontos atrás do adversário e ganhou desses adversários (ficou com a prata nos Jogos de 2008). Hoje ele só está dez pontos atrás. É difícil, claro. As chances são magras, mas existem", afirmou. Fritz acredita que o filho tenha dado azar em algumas regatas, ao largar do lado errado ou ao pegar vento que não lhe foi favorável.

Fritz levou à Marina da Glória o neto Erik, de 6 anos, para que ele pudesse acompanhar a medal race dos pais - a mãe dele, Gintare Scheidt, é atleta da Lituânia e compete na Laser Radial, ocupando o sexto lugar nessa classe. "Ela não tem chance de medalha", explica o menino, vestido com as roupas do país materno.

Erik já tem duas medalhas em regatas pela Optimist, classe infantil pela qual o pai foi campeão sul-americano aos 11 anos. "Mas o negócio dele é futebol", diz o avô. O menino, que vive na Itália com os pais, torce pela Juventus.

Scheidt está em quinto lugar na classificação geral da Laser, com 87 pontos perdidos, a dez do terceiro melhor, o neozelandês Sam Meech e a um do francês Jean Baptiste Bernaz, o quarto. O brasileiro, dono de cinco medalhas olímpicas, não consegue mais alcançar os dois primeiros colocados, o croata Tonci Stipanovic, com 57 pontos perdidos, e o australiano Tom Burton, com 67.

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