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Behrouz MEHRI / AFP
Behrouz MEHRI / AFP

Partida entre Japão e África do Sul deve ser 1º grande teste de segurança de Tóquio 2020 na pandemia

Organizadores monitoram 21 pessoas da equipe sul-africana que testaram positivo para covid-19 e tentam conter danos esportivos causados pelo novo coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

20 de julho de 2021 | 05h05

Mesmo adiada em um ano por causa da pandemia do coronavírus, Tóquio 2020 será realizada à sombra da alta no número de casos de covid-19 no Japão. Sem público e com rígidos protocolos para evitar qualquer possibilidade de transmissão do vírus, a Olimpíada deve ter seu primeiro grande teste de segurança na quinta-feira, dia 22, quando a seleção anfitriã encara a África do Sul no futebol masculino. 

A seleção sul-africana deve ter dificuldades para montar o time que enfrenta o Japão. No domingo, o Comitê Organizador confirmou que dois jogadores da equipe testaram positivo para covid-19 na Vila Olímpica. Um dia depois, a entidade afirmou que 21 pessoas, em grande parte atletas, tiveram contato direto com os infectados.

O episódio recebeu atenção especial da organização do evento, que trabalha para conter a transmissão do vírus, visando o menor dano esportivo possível. O manual olímpico sobre medidas de prevenção do coronavírus determina que, para competir, o atleta deve apresentar testes PCR negativos diários, incluindo um dentro de seis horas antes da competição.

Os regulamentos da Fifa estipulam que uma equipe deve ter 13 jogadores disponíveis para a partida acontecer, e o técnico da África do Sul, David Notoane, disse que os testes diários significam que ele não tem ideia de quem poderá entrar em campo para enfrentar os japoneses. "Você não tem certeza de quem será elegível para os seus 11 (iniciantes) por causa da situação em que estamos, testando todos os dias", disse o comandante sobre a equipe, que voltou aos treinos na segunda-feira após uma semana longe do gramado.

"A prontidão física deles (do Japão) em comparação a nós será uma questão fundamental. Isso fará uma grande diferença. Basicamente, perdemos sete dias e é difícil nos recuperarmos disso."

Cerca de 60 testes positivos de covid entre atletas, funcionários ou oficiais ligados às Olimpíadas foram registrados no Japão neste mês. Nesta segunda-feira, um jogador de vôlei de praia checo e uma suplente da equipe de ginástica feminina dos EUA foram os casos mais recentes de infecção por coronavírus nos Jogos. /COM INFORMAÇÕES DA REUTERS

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