Yasuyoshi Chiba/Reuters
Yasuyoshi Chiba/Reuters

Presidente do COI chega ao Rio para os Jogos: 'Temos toda a confiança no Brasil'

Thomas Bach diz que faltam apenas 'um problema ou outro' para resolver

Roberta Pennafort, do Rio, O Estado de S.Paulo

27 de julho de 2016 | 09h11

O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, desembarcou na manhã desta quarta-feira no Aeroporto Internacional do Rio, e disse que tem "toda a confiança no Brasil", ao comentar os problemas que foram verificados nos apartamentos da Vila Olímpica, de luz, água e falhas de acabamento. Ele estava cercado por seguranças e deu rápida entrevista a jornalistas.

"Tem um problema ou outro pra resolver, e os brasileiros vão resolver. Já dá para sentir a energia olímpica no aeroporto e na cidade, os voluntários sorridentes. Estamos ansiosos. Os jogos serão excelentes, temos toda a confiança no Brasil. A expectativa é enorme. Os brasileiros têm paixão por esportes, têm alegria de viver. Temos arenas fantásticas. A atmosfera será ótima", afirmou Bach.

Na tarde desta quarta, acompanhado do prefeito Eduardo Paes, ele visita o Boulevard Olímpico, onde serão realizados shows gratuitos pela prefeitura durante a Olimpíada, e no qual ficará a pira olímpica, o símbolo maior dos Jogos. A escultura que dá suporte à pira fica junto à igreja da Candelária, de frente para a Baía de Guanabara.

Ainda nesta quarta, Paes inaugura o Rio Media Center, centro de imprensa localizado perto do Comitê Rio-2016. Lá, concederá entrevista para jornalistas brasileiros e estrangeiros, na qual deve tratar dos últimos ajustes na Vila dos Atletas, entre outros assuntos. O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, e o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Marcelo Pedroso, vão participar também.

Mais tarde, Paes fará, na Vila dos Atletas, a entrega simbólica da chave do Rio a representantes da delegação da Austrália, tal qual faz no carnaval, quando o Rei Momo "recebe" a cidade. A chefe do grupo australiano, Kitty Chiller, criticou as instalações entregues, e foi respondida com deboche pelo prefeito. O mal-estar já foi contornado, e a entrega das chaves deverá "selar a paz" entre partes.

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