Denis Balibouse/ EFE
Denis Balibouse/ EFE

Presidente do COI descarta Olimpíada sem a presença de torcida

Thomas Bach garante que a organização planeja uma grande estrutura para os torcedores assistem aos eventos no Japão

AFP, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2020 | 12h42

"Uma Olimpíada fechada é claramente algo que não queremos", disse o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o alemão Thomas Bach, nesta quinta-feira (16), acrescentando que "vários cenários" estão sendo estudados para os Jogos Tóquio-2020 adiados para 2021.

Se a segurança é a principal preocupação dos organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio - que deveriam começar na próxima semana, mas foram adiados por um ano, devido à pandemia da covid-19 -, Bach mostrou claramente sua relutância em organizar os Jogos em estádios vazios. A prática está se tornando comum nos dias atuais.

"Trabalhamos, portanto, para Jogos Olímpicos que, por um lado, garantam a saúde de todos os participantes e, por outro, reflitam o espírito olímpico", afirmou.  Thomas Bach e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, advertiram que seria difícil adiar os Jogos para além de 2021.

"A primeira prioridade é a segurança de todos os participantes", insistiu Bach. "É por isso que atualmente estamos trabalhando com múltiplos cenários para a organização dos Jogos, em função da situação de saúde. Não sabemos como será em um ano", completou.

Na quarta-feira, Tóquio foi colocada em um alerta "vermelho" pela COVID-19, seu nível mais alto, após o ressurgimento de casos na capital japonesa, com 14 milhões de habitantes.

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