Raulzinho admite ansiedade, mas descarta pressão sobre seleção de basquete

'Bom ambiente que temos é um dos fatores importantes para alcançar objetivos'

Estadão Conteúdo

27 de julho de 2016 | 16h42

Às vésperas de uma Olimpíada, a ansiedade dos atletas aumenta. Quando o evento acontecerá em casa, então, até os mais veteranos se deixam levar pela emoção de atuar diante de sua torcida. Raulzinho tem somente 24 anos, mas já vai para sua segunda participação olímpica no Rio com a seleção brasileira de basquete. Mesmo assim, admitiu sentir-se ansioso como na primeira vez.

"Estamos muito unidos, concentrados, e essa união, esse bom ambiente que temos, é um dos fatores importantes para que a gente possa alcançar os nossos objetivos. A ansiedade é grande, à medida em que se aproximam os Jogos. Não é um evento qualquer, são as Olimpíadas, na nossa casa", declarou o armador.

Para controlar a ansiedade e evitar que o time se sinta pressionado, o armador do Utah Jazz ressaltou a importância dos amistosos. Depois de vencer a Romênia duas vezes em São Paulo, a seleção brasileira agora disputará um torneio em Mogi das Cruzes-SP, a partir desta quinta-feira, com participação de Austrália, Lituânia e China. Depois, ainda fará um novo amistoso contra a China antes da estreia na Olimpíada, dia 7 de agosto, contra a Lituânia.

"É uma ansiedade boa, um friozinho na barriga que serve mais como motivação do que como pressão. Importante termos esses últimos amistosos para sabermos em que nível está o nosso time, enfrentando seleções que estão com o mesmo objetivo que o nosso", garantiu Raulzinho.

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