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Rebeca Andrade faz boa performance na trave e vai à final em São Paulo

Daniele Hypolito fica em segundo no mesmo aparelho e avança

Nathalia Garcia, O Estado de S. Paulo

20 de maio de 2016 | 21h19

Depois de Arthur Zanetti e Diego Hypolito brilharem no ginásio do Ibirapuera, Rebeca Andrade deu sequência ao bom desempenho dos brasileiros, nesta sexta-feira, na etapa de São Paulo da Copa do Mundo de Ginástica Artística. Com a nota 14,100, a ginasta ficou com o primeiro lugar na classificação da trave. Na disputa por medalha no domingo, às 12h55, terá a companhia de Daniele Hypolito, que garantiu a segunda posição no aparelho, com 13,750 de pontuação.

A veterana, que havia feito ótima apresentação no salto, também estará na final do solo. O nível técnico da prova foi baixo e Daniele ficou no topo ao somar apenas 13,850. Em seu primeiro ano na categoria adulta, Carolyne Pedro recebeu 13,200 e ficou com a quarta posição. As duas entram em ação novamente no domingo, às 11h30.

"Meu treinador e eu estamos focados no que estamos planejando. Estamos unidos em busca de um objetivo. É muito importante ter esse companheirismo. Eu estou treinando bem e muito focada. É uma preparação que está sendo feita em conjunto", destacou Daniele Hypolito, em referência ao técnico Alexandre Carvalho.

No masculino, os ginastas do Brasil terão de melhorar o resultado desta sexta-feira se quiserem ir ao pódio. Nas barras paralelas, Francisco Barreto Junior obteve 15,000 e ficou com o terceiro lugar nas paralelas, enquanto que Caio Souza (14,850) terminou na sexta colocação.

Chico também se apresentou nas argolas e a nota 14,350 deu a quarta posição ao ginasta. Como apenas sete atletas competiram no aparelho, todos vão disputar a final. O brasileiro admite que a competição está esvaziada, mas nega que conquistar uma medalha será uma tarefa fácil.

"O nível para a classificatória está baixo, mas o nível para pegar medalha a gente sabe que está alto. Nas argolas tem o (Frederico) Molinari e o (Arthur) Zanetti, que são especialistas. Paralela é sempre difícil, qualquer competição que a gente vai é sempre uma prova muito forte. Para pegar medalha, a concorrência é bem forte", afirmou.

Na barra fixa, o terceiro posto foi ocupado por Arthur Nory Mariano (14,800), seguido por Sérgio Sasaki, ambos com a mesma pontuação. As duas provas foram lideradas pelo colombiano Jossimar Calvo, destaque no individual geral.

Nory ficou satisfeito com o desempenho, mas ainda vê detalhes a acertar. "Fiz hoje (sexta-feira) um salto novo. Era para testar mesmo. No solo acho que deixei a desejar um pouco, mas quero melhorar para as finais. Vou colocar a cabeça no lugar e fazer o que eu tenho treinado. Toda competição e treinamento para nós agora é muito importante. É um dia de cada vez. Tenho que mostrar meu máximo todo dia", afirmou.

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