Roberta Pennafort/Estadão
Roberta Pennafort/Estadão

Ressaca ainda ameaça Centro de Transmissão da Olimpíada no Rio

Prédio, que fica na areia, está sendo protegido por funcionários

Roberta Pennafort, O Estado de S. Paulo

31 de julho de 2016 | 11h29

Em mais um dia de ressaca no mar, funcionários ainda trabalham, na manhã deste domingo, 31,  para proteger das ondas o Centro de Transmissão de TV da Olimpíada, em Copacabana. O prédio fica na areia, perto do posto 5, e será usado por  jornalistas estrangeiros durante os jogos. 

Ontem, as ondas chegaram a cerca de três metros, segundo bombeiros, e houve erosão na areia diante do prédio, o que o deixou bastante vulnerável. Equipamentos de emissoras de TV que estavam na areia  tiveram de ser retirados às pressas. Não houve danos à estrutura do prédio, que é suspenso. A ressaca deve persistir nos próximos dias.

Tratores estão sendo usados para retirar areia e fortalecer a barreira de proteção criada diante da estrutura, mas a maré continua subindo. Placas de metal também foram instaladas.

Ontem, as ondas tiveram longo alcance: chegaram ao calçadão, molhando ciclistas, moradores e turistas que passeavam. Hoje o mar está mais baixo. Há pouco, a reportagem conversou com funcionários do prédio e eles garantiram que nenhum equipamento foi molhado. Caixas com material trazido pelas emissoras estão sendo mantidos sob o prédio,  que é fincado na areia por estruturas metálicas. 

O prédio dos Serviços de Transmissão Olímpica (OBS, na sigla em inglês) é pré-moldado, tem três andares, salas dotadas de isolamento acústico, ilha de edição e visão de competições de triatlo, maratona aquática e ciclismo de estrada. Jornalistas da América do Norte, América Latina e Europa vão usar as instalações, gravando entrevistas e fazendo entradas ao vivo na TV, tendo como pano de fundo a praia.

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