Rio abre mão de congresso que reuniria 1.200 dirigentes olímpicos em 2016

O Rio de Janeiro abriu mão de receber cerca de 1.200 dirigentes olímpicos em abril do ano que vem, no que era visto como um evento para apresentar a estrutura da cidade às vésperas dos Jogos Olímpicos. Nesta sexta-feira, a Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais (ANOC, na sigla em inglês) aprovou a transferência da sua assembleia geral de 2016 do Rio para Doha, no Catar.

Estadão Conteúdo

30 de outubro de 2015 | 17h33

A assembleia da ANOC é um dos eventos políticos mais importantes do esporte, uma vez que reúne os dirigentes de todos os 206 países associados ao Comitê Olímpico Internacional (COI). Apenas duas dessas nações não enviaram representantes ao congresso que está acontecendo em Washington, capital dos Estados Unidos.

Sede dos Jogos Olímpicos do ano que vem, o Rio se candidatou em 2013 a receber a assembleia de 2016 e acabou escolhido. Como a Olimpíada será em agosto, o congresso, usualmente realizado em novembro, foi antecipado para abril. O evento começaria no dia 4 com encontros de grupos de trabalho, teria reunião do Conselho Executivo no dia seguinte e a assembleia geral de 6 a 8 de abril.

Falando aos delegados no encerramento do dia na assembleia geral de Washington, o presidente da ANOC, xeque Ahmad Al-Fahad Al-Sabah, do Kuwait, explicou que o Rio estava tendo dificuldades em organizar o evento e pediu a Doha se aceitaria o congresso.

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