Buda Mendes/AFP
Buda Mendes/AFP

Saltadores ornamentais recorrem até a simpatias por tempo bom na Olimpíada

Ao contrário dos últimos Jogos, competição será disputada a céu aberto

REUTERS

05 de agosto de 2016 | 15h58

Uma dança da chuva para afastar ventos fortes e o frio está nos planos do saltador ornamental austríaco Constantin Blaha, já que ele e outros colegas temem que o clima imprevisível do Rio de Janeiro atrapalhe as apresentações nos Jogos do Rio. Ao contrário das piscinas dos saltos ornamentais das duas Olimpíadas anteriores, o Centro Aquático Maria Lenk é a céu aberto. As temperaturas da capital fluminense durante o inverno podem subir a até 30 graus e cair para até 17 graus celsius.

"Tive seis dias de treinos e cada dia foi diferente, o sol está em um lugar diferente a cada momento... Às vezes está ventando, nublado, mas o vento é o que mais me incomoda, então realmente torço para que no dia da competição não esteja ventando", disse o atleta de 28 anos. "A delegação austríaca trouxe uma equipe inteira de dançarinos da chuva", brincou.

Nur Dhabitah Sabri, da Malásia, disse que as condições pioraram desde fevereiro, quando a maioria dos saltadores teve um primeiro contato com o local na seletiva olímpica. "Está ventando bastante em comparação com fevereiro, está mais quente... O vento é uma desvantagem, porque treinamos em piscinas cobertas, mas temos que nos acostumar com isso porque não temos escolha."

 

PARTICIPE

Quer saber tudo dos Jogos Olímpicos do Rio? Adicione o número (11) 99371-2832 aos seus contatos, mande um WhatsApp para nós e passe a receber as principais notícias e informações sobre o maior evento esportivo do mundo através do aplicativo. Faça parte do time "Estadão Rio-2016" e convide seus amigos para participar também!

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.