Seleção masculina de handebol quer usar torneio na Alemanha como teste de força

Os Jogos Olímpicos do Rio vão reunir, no handebol, apenas 12 times, os mais fortes do mundo. Classificada como país-sede, a seleção brasileira masculina sonha em surpreender, mas sabe que terá rivais de peso. Por isso, o time do técnico Jordi Ribera encara a Supercopa da Alemanha, quadrangular amistoso que começa nesta sexta-feira, como um teste de força.

Estadão Conteúdo

05 Novembro 2015 | 19h29

Logo na estreia, em Flensburg, o Brasil encara uma das potências da modalidade, a Alemanha, sétima colocada no Mundial de janeiro e campeã mundial em 2007. Na sequência, a seleção brasileira encara a Eslovênia (semifinalista no Mundial de 2013) e a Sérvia (bronze em 1999 e 2001).

"Contra a Alemanha, que está jogando em casa, será um jogo especialmente duro. A Liga Alemã é bastante forte, com muitos choques e o nível físico é bem alto. A seleção alemã repete esse estilo de jogo, mas nossa equipe também tem jogadores que atuam em campeonatos muito duros e isso nos ajuda nessa dinâmica que precisamos apresentar", comenta o técnico Jordi Ribera.

De acordo com ele, jogar contra seleções de alto nível deve ajudar o Brasil visando a Olimpíada. "Falta pouco para os Jogos Olímpicos e qualquer atividade nesses próximos meses será importante. A Supercopa será um grande teste, sobretudo para os jogadores mais jovens, que vão ganhar experiência na categoria adulta. Os três adversários são tradicionais, com atletas que estão nos melhores clubes da Europa no momento", elogiou.

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