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Marcelo Sayo/EFE
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Sem protestos, Paes inaugura polêmico campo de golfe no Rio

Local foi alvo de diversos protestos ao longo de sua instalação

Estadão Conteúdo

22 de novembro de 2015 | 13h49

Sem enfrentar protestos ou manifestações, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, inaugurou neste domingo o campo de golfe que será utilizado pelos atletas na Olimpíada de 2016. Localizado na Barra da Tijuca, na zona oeste da cidade, instalação causou polêmica durante sua construção.

No evento, Paes entregou formalmente a estrutura a Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Também estiveram presentes o presidente da Confederação Brasileira de Golfe, Paulo Cezar Pacheco, e o ministro do Esporte, George Hilton.

"Mais um equipamento olímpico entregue: Campo Olímpico de Golf inaugurado hoje. Sem um tostão de dinheiro público. No prazo!", afirmou Eduardo Paes, que passou 15 minutos do seu discurso defendendo a realização da polêmica obra.

O campo de golfe foi alvo de diversos protestos ao longo de sua instalação, nos últimos dois anos. Ativistas alegam que a estrutura foi montada sobre um terreno que é área de preservação ambiental. A prefeitura chegou a enfrentar batalhas na Justiça para liberar as obras. Paes alega que a área estava degradada antes do início da construção.

"O campo mudou essa região. Posso garantir que é um grande presente que estamos entregando", disse o ministro do Esporte, na cerimônia de inauguração. "Hoje é um momento histórico. Temos o primeiro campo público do Brasil", comentou o presidente da Confederação Brasileira de Golfe.

Com capacidade para receber 25 mil pessoas, o novo campo de golfe deve ajudar na popularização do esporte no Brasil, apostam as autoridades. A modalidade está voltando ao programa olímpico no Rio de Janeiro, após breves disputas nos Jogos de Paris-1900 e Saint Louis-1904.

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