Divulgação
Divulgação

Soubak explica escolha por 'grupo da morte' no handebol olímpico

Técnico diz que ao menos10 dos 12 times podem disputar medalha

Estadão Conteúdo

29 de abril de 2016 | 19h15

A máxima de que 'quem quer ser campeão não pode escolher adversário' não vale para o handebol. No sorteio dos grupos dos Jogos Olímpicos, o Brasil, dono da casa, ficou no último pote e recebeu a prerrogativa de escolher em qual grupo entrar. No feminino, o técnico Morten Soubak optou por cair na chave que tinha a Noruega, atual campeã mundial e bi olímpica, os outros dois medalhistas de Londres-2012, e a Romênia, algoz do Brasil no Mundial do ano passado.

Ele nega, entretanto, que tenha jogado o Brasil no "grupo da morte". Na outra chave, o Grupo B, estão outros quatro times europeus e a Coreia do Sul, time mais vezes medalhista em Jogos Olímpicos. O treinador já havia afirmado que, das 12 seleções que jogarão o Rio-2016, 10 brigam por medalhas.

"Já tínhamos estudado várias possibilidade de sorteio. Na verdade, não tenho tantos motivos para ter escolhido esse grupo, porque como já falei antes, o nível de cada equipe é tão alto que será o dia que irá definir quem vai ganhar. Vamos ter uma Olimpíada muito parecida com o último Mundial. Não foi uma escolha feita exatamente porque eu queria jogar com um ou com outro", revelou Morten Soubak.

Em Londres, o Brasil foi primeiro colocado num grupo que tinha Montenegro, Rússia e Croácia, além das frágeis Angola e Grã-Bretanha, e caiu nas quartas de final diante da Noruega, que veio de um "grupo da morte".

Soubak, entretanto, nega que tenha planejado jogar numa chave forte a primeira fase para depois, se o Brasil avançar, encarar um adversário mais fraco nas quartas de final. "Garanto que a palavra 'tranquila' não entra em nenhum momento na cabeça de nenhuma equipe que estará aqui. No Grupo B também estarão equipes que já fizeram Olimpíadas e Mundiais e são muito fortes."

Tudo o que sabemos sobre:
BrasilOlimpíadaHandebol

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.