Técnico argentino diz que não existe soberania no vôlei

Treinador da equipe da Polônia, Raul Lozano, afirma que daqui para frente vôlei masculino seguirá equilibrado

EFE

24 de agosto de 2008 | 12h12

O argentino Raul Lozano, técnico do vôlei masculino da Polônia, disse à Agência Efe que o esporte não terá mais uma equipe monopolizando todos os títulos importantes, como o Brasil fez nos últimos anos.   Veja também: Balanço dos Jogos Olímpicos de Pequim   O domínio dos brasileiros terminou neste ano, com a perda da Liga Mundial no Rio de Janeiro e a derrota para os Estados Unidos na final dos Jogos Olímpicos de Pequim.   "Está claro que o vôlei não terá uma equipe tão vencedora como o Brasil. Há apenas uma pequena diferença entre todos. Brasil, EUA, Rússia, Bulgária, Polônia, Itália, Sérvia, França e Espanha podem lutar pelos títulos, mas também podem ficar pelas quartas ou oitavas", disse.   No entanto, Lozano disse que o Brasil "ainda tem muito a dar" apesar de ter perdido seus dois últimos torneios.   "O Brasil ainda tem muito a dar. Não vai fazer mais do que duas mudanças para o próximo Mundial e, além disso, tem os melhores jogadores jovens do mundo. Eles vão continuar no topo, talvez sem a superioridade que vinham demonstrando até agora", afirmou.   Em relação ao nível do torneio olímpico, o técnico disse que foi o de "nível mais alto desde os Jogos desde Seul-1988. Há sete ou oito equipes muito parecidas", concluiu.

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