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Técnico da Seleção, Tite carrega tocha olímpica em Caxias do Sul

Treinador foi o último condutor da noite e ainda acendeu a pira

O Estado de S. Paulo

09 de julho de 2016 | 13h38

Neste sábado, quem teve a honra de acender a pira olímpica do Rio-2016 na cidade de Caxias do Sul foi justamente o 'filho' mais famoso da cidade nos últimos tempos: Adenor Leonardo Bacchi, o Tite, técnico da seleção brasileira. O treinador foi a grande estrela da noite em mais um dia do revezamento da tocha olímpica.

Tite foi a última das 62 pessoas que conduziram a chama na cidade da serra gaúcha. Ele recebeu a tocha olímpica das mãos da atleta de handebol Laís Bordin e, buscando responder o carinho do público, caminhou sorridente com o símbolo durante um trajeto de cerca de oito minutos. No meio do caminho, ele ainda passou por um grupo de escoteiros e cumprimentou as crianças.

"Explode a emoção dentro do meu coração. De um guri que nasceu em São Braz, estudou no Ginásio Guarani e Emílio Meyer, jogou no Juventude e no Caxias, treinou as duas equipes e hoje tem muito orgulho de sua terra e sua origem. Minha participação é para incentivar que as crianças que estão aqui tenham uma educação melhor e a gente tenha um Brasil melhor", discursou o treinador, que afirmou estar orgulhoso do momento.

Após a celebração, Tite evitou um maior contato com os repórteres, mas deu alguns autógrafos e logo se dirigiu ao ônibus dos condutores. A cerimônia durou até quase 11 horas da noite.

Tite assumiu a seleção brasileira após a demissão do ex-técnico Dunga, que foi retirado do cargo por Marco Polo Del Nero após a vexatória eliminação na primeira fase da Copa América. Em sua terceira passagem pelo Corinthians, trabalho que o 'credenciou' para a Seleção, ele foi campeão brasileiro em 2015. Seu primeiro compromisso como técnico do Brasil será contra o Equador, em Quito, no dia 2 de setembro, pelas Eliminatórias da Copa de 2018.

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