Kimimasa Mayama/EFE
Kimimasa Mayama/EFE

Tóquio retira chama olímpica de exposição, após decretar estado de emergência

A ideia foi evitar aglomerações de fãs e curiosos durante a pandemia do novo coronavírus

Redação, O Estado de S.Paulo

08 de abril de 2020 | 15h07

A chama olímpica dos Jogos de Tóquio foi retirada da prefeitura de Fukushima, onde estava em exposição pública. Segundo um comunicado dos organizadores, o motivo foi para evitar aglomerações de fãs e curiosos em período de pandemia de coronavírus. A tocha chegou ao Japão vinda da Grécia em 26 de março.

A chama deveria ficar exposta até o final de abril, mas foi retirada após o primeiro-ministro Shinzo Abe decretar o estado de emergência no combate ao coronavírus, que inclui medidas como a limitação de aglomerações. "Tóquio-2020 manterá a chama em um local não revelado para evitar que as pessoas se reúnam", disseram os organizadores. Espera-se que a chama reapareça no próximo ano.

A longo prazo, a chama voltará a ser usada pelo Comitê Olímpico Internacional como um dispositivo de promoção dos Jogos e como um símbolo da luta contra a pandemia. "A ideia será manter essa chama acesa e mostrá-la ao mundo", disse Michael Payne, ex-diretor de marketing do COI.

A evolução da pandemia do coronavírus vai direcionar se poderá haver uma turnê da chama pelo mundo e até mesmo no Japão. Os Jogos Olímpicos serão disputados entre 23 de julho e 8 de agosto de 2021.

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