Ricardo Stuckert/CBF
Ricardo Stuckert/CBF

Triunfo anima Brasil para estreia do futebol feminino na Olimpíada

China é rival na primeira partida da seleção brasileira, no dia 3 de agosto

Marcio Dolzan e Nathalia Garcia, O Estado de S. Paulo

26 de julho de 2016 | 16h32

A vitória do Brasil no amistoso com a Austrália, em Fortaleza, no último sábado, colocou a seleção feminina de futebol no "espírito olímpico". Essa é a visão da zagueira Érika. Para a jogadora, a equipe fica fortalecida para os Jogos do Rio depois de superar as algozes das oitavas de final da Copa do Mundo de 2015.

"Era como se estivéssemos na Olimpíada. Foi um jogo importante para a gente saber como vai se portar. Tem de aproveitar isso, já que a gente conseguiu em um amistoso ficar com a vitória. Por que não aproveitar esse momento que a gente está bem e partir para cima?", destaca.

O clima do jogo foi tão quente que a atacante Bia até saiu da partida com o olho direito roxo. "Não era nada amistoso, para entrar no clima da Olimpíada. Estava todo mundo querendo muito e foi isso, pancadaria também acontece, faz parte do futebol", explica. A jogadora levou uma cotovelada contra a Austrália e ficou com a marca como lembrança. "Já está bem melhor, não foi nada grave", minimiza.

As jogadoras agora tentam segurar a ansiedade para a estreia contra a China, marcada para o dia 3 de agosto, antes mesmo da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. "Jogo de estreia sempre rola aquela ansiedade. Todo mundo estava ansioso pela chegada na Vila, agora a ansiedade muda para a estreia. Depois dos primeiros 15 minutos vai ser tranquilo", diz Bia.

E elas não esperam jogo fácil contra as chinesas. Érika destaca o comprometimento tático das adversárias e usa robôs como exemplo. "Elas fazem tudo muito certinho, têm uma capacidade técnica e tática impressionante. Mas a gente trabalhou para isso, a gente tem meninas também na China e isso acabou dando uma ajudinha para a gente."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.