UE diz que boicote à Olimpíada por Tibet não é resposta certa

Mesmo com a repressão da China, União Européia pede para os países não deixarem de prestigiar os Jogos

REUTERS

17 de março de 2008 | 11h32

Um boicote aos Jogos Olímpicos de Pequim deste ano como resposta à repressão da China a manifestantes do Tibet não seria a resposta correta, disse nesta segunda-feira a União Européia.   Veja também: Especial: Pequim, as cidades e os locais da Olimpíada 2008 "Nós condenamos a violência, mas na questão do boicotar os Jogos, ninguém na mesa de hoje acredita que um boicote seja a resposta correta", disse o comissário de Esportes da UE, Jan Figel, em entrevista coletiva após reunião com os 27 ministros de Esportes do bloco e membros do Comitê Olímpico Internacional. A China, que enviou tropas para aumentar o controle na região da capital tibetana, Lhasa, disse nesta segunda-feira que os protestos violentos de tibetanos eram organizados por seguidores do Dalai Lama que querem prejudicar os Jogos de Pequim, em agosto. "Nenhum líder mundial pensou em boicotar os Jogos, nem mesmo o grande Dalai Lama", disse Pat Hickey, presidente do Comitê Olímpico Europeu, a jornalistas.

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