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Velejador Bimba minimiza poluição na raia olímpica de Pequim

Brasileiro aponta ventos fracos como principal problema nas águas de Qingdao, que teve a presença de algas

EFE

21 de julho de 2008 | 13h42

O velejador brasileiro Ricardo Winicki, esperança de ouro para o Brasil na classe RS:X, disse que não está preocupado com a poluição nas águas de Qingdao. O palco da modalidade nos Jogos Olímpicos sofreu com a presença de algas nas últimas semanas, mas Bimba garantiu que isso não vai atrapalhar a realização das provas em agosto. "A poluição que vimos na água ocorreu por causa das enchentes dos últimos meses. Como não estamos mais na época das inundações, acho que não teremos esse problema", disse o campeão mundial de 2007. Bimba também disse que a falta de ventos é um motivo de preocupação maior do que as algas. "Esta semana já soube que o mar está muito mais limpo por lá. A única coisa que pode atrasar a nossa vida é a falta de vento", afirmou. Para enfrentar essas condições, o atleta treinou em Búzios e na Baía de Guanabara e tem feito uma preparação física especial, que inclui até uma máquina de pilates adaptada para o windsurf. "Temos treinado muito em condições de vento fraco, tanto em Búzios como no Rio de Janeiro. Tenho feito séries de pilates bem intensivas. Já criamos até uma máquina de bombear para simular o windsurf", disse. 

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