EFE/EPA/Tamas Kovacs
EFE/EPA/Tamas Kovacs

Organização revela dois primeiros casos de covid-19 em atletas na Vila Olímpica

Confirmação ocorre um dia após outro residente, este não competidor, testar positivo para a doença; um terceiro atleta também foi diagnosticado, mas não está hospedado no local

Redação, O Estado de S.Paulo

18 de julho de 2021 | 04h28
Atualizado 18 de julho de 2021 | 10h41

Faltando apenas cinco dias para a abertura oficial dos Jogos Olímpicos de Tóquio, foram registrados neste domingo os dois primeiros caso de covid-19 em atletas alojados na Vila Olímpica. Os organizadores confirmaram os casos, mas preservarem a identidade dos competidores, que seriam compatriotas.

No sábado já havia sido detectado o primeiro caso em Tóquio de um membro de delegação. Não era competidor, mas alguém "muito próximo" dos atletas, de acordo com a organização oficial. Seria um nigeriano, já hospitalizado.

São dois atletas da mesma modalidade e do mesmo país diagnosticados com o resultado positivo. apesar do problema, o COI minimiza os protestos dos japoneses, contra a realização dos Jogos, ao garantir que o controle será extremamente rigoroso. "Os participantes dos Jogos Olímpicos são a mais controlada população do planeta", garante Pierre Ducrey, diretor de operações do COI, ao anunciar os casos na Vila Olímpica de Tóquio.

Com rigoroso controle para a covid-19, o COI espera garantir uma disputa segura para todos os competidores, evitando assim uma contaminação em massa. A promessa da entidade é que ninguém entrará numa disputa sem que esteja livre do vírus, um medo entre os atletas.

Os competidores diagnosticados com a covid-19 na Olimpíada serão isolados em um hotel de Tóquio para evitar a disseminação do vírus. Vão ao hospital apenas caso a doença seja agravada. E nem o COI parece livre da pandemia. O sul-coreano Ryu Seung-Min, que faz parte do Comitê, também testou positivo.

A delegação brasileira em Tóquio contará com 75% dos atletas, comissões técnicas e staffs vacinados contra a covid-19. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) tenta convencer os outros 25% a serem submetidos ao imunizador.

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