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Zanetti se emociona com a tocha em sua cidade e elege rivais na Olimpíada

Ginasta ouro em Londres encerrou o revezamento em São Caetano do Sul

O Estado de S.Paulo

23 de julho de 2016 | 16h18

No dia anterior à chegada a São Paulo, a tocha olímpica esteve em cidades da região metropolitana e foi conduzida por inúmeros atletas, como a duas vezes medalhista Marta Sobral, que defendia a seleção brasileira de basquete, o ex-boxeador Servílio de Oliveira, Diogo Hobner, da seleção de handebol que tentará um bom resultado nos Jogos Olímpicos e Arthur Zanetti, medalha de ouro em Londres e grande esperança da ginástica brasileira de mais um conquista no Rio de Janeiro.

Responsável por encerrar o revezamento da tocha em São Caetano do Sul, sua cidade natal, o atleta, multicampeão nas argolas, não escondeu a emoção com o fato. "É muito gratificante levar este símbolo na minha cidade. Conheci a ginástica aqui". Zanetti também elegeu alguns de seus principais adversários na luta pela medalha de ouro: "Posso dizer que China e Grécia são dois países que têm mostrado bons resultados nos últimos mundiais".

INCIDENTE EM GUARULHOS

Antes de chegar ao ABC Paulista, a tocha olímpica passou por Guarulhos, onde, mais uma vez, foi alvo de um atentado. Um homem não identificado aproveitou o desfile na região central da cidade e tentou invadir o comboio e roubar a tocha. Ele chegou a agredir uma integrante da Força Nacional, mas foi rapidamente contido e detido pelo contingente.

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