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Jonne Roriz/ COB
Jonne Roriz/ COB

Zé Roberto Guimarães prevê caminho difícil para seleção feminina de vôlei em Tóquio

Brasil faz sua estreia no dia 25, diante da seleção da Coreia do Sul

Redação, Estadão Conteúdo

21 de julho de 2021 | 02h12

Depois da frustrante campanha da seleção feminina de vôlei no Rio-2016, o técnico José Roberto Guimarães prevê um caminho difícil para as brasileiras na busca por reaver nos Jogos Olímpicos de Tóquio a medalha de ouro conquistada em Pequim-2008 e Londres-2012. No Rio, o time nacional caiu nas quartas de final.

"Não há caminho fácil e temos que pensar jogo a jogo", diz o experiente treinador, único brasileiro tricampeão olímpico da história. A estreia da seleção será no dia 25 contra a Coreia do Sul. "Primeiro temos a Coreia, que sempre traz dificuldades para a gente e que tem uma das melhores jogadoras do mundo, a Kim (Yeon-Koung), que jogou comigo no Fenerbahçe (Turquia)."

Na sequência, o Brasil vai duelar com equipes que contam com treinadores brasileiros e jogadoras que passaram pela Superliga Feminina. "A República Dominicana é treinada pelo Marcos Kwiek, brasileiro, e que tem três atletas que jogaram a Superliga. Aí vem o Japão, donas da casa, carnes de pescoço. Depois a Sérvia, campeã mundial. Por último, o Quênia, teoricamente mais fácil, mas que é treinada pelo Luizomar (de Moura). E aí todo cuidado é pouco. É preciso ter foco, paciência e estar muito bem preparados mentalmente."

Prestes a disputar sua terceira Olimpíada com a seleção feminina - foi campeão olímpico comandando o time masculino em Barcelona-1992 -, Zé Roberto destacou que a pandemia torna os Jogos de Tóquio diferente principalmente em relação à preparação dos atletas e das equipes.

"São Jogos diferentes, e este é um momento importante, por tudo que passamos. E a nossa preparação foi muito boa, principalmente nessa fase final, de aclimatação, aqui em Sagamihara", comentou o treinador, que pôde liderar treinos da seleção na cidade antes de se mudar para a Vila Olímpica, nesta semana.

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