Kim Kyung-Hoon/Reuters
Kim Kyung-Hoon/Reuters

Ki-Chun Wang, judoca sul-coreano prata em Pequim, é preso por agressão sexual

Em 2014, atleta também foi mantido em detenção militar por oito dias depois de usar seu celular, o que é proibido

Redação, Estadão Conteúdo

03 de maio de 2020 | 11h49

Ki-Chun Wang, ex-judoca medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi preso neste domingo na Coreia do Sul sob acusação de agredir sexualmente uma adolescente, segundo informações da agência de notícias sul-coreana Yonhap.

A Agência de Polícia do Distrito de Daegu confirmou a prisão de Wang. Os policiais informaram que o ex-judoca havia sido denunciado por agressão sexual em março, mas não forneceram mais detalhes a respeito da investigação.

A polícia deve enviar o caso à promotoria na próxima semana, depois de concluir uma investigação adicional, segundo a agência de notícias Yonhap. Em 2009, Wang foi preso após um incidente em uma boate. Na ocasião, ele teria agredido uma mulher após uma briga, que foi investigada pela polícia.

Wang também foi mantido em detenção militar por oito dias depois de usar seu telefone celular, o que é proibido, durante treinamento obrigatório do exército em 2014.

No caminho até a prata na categoria leve (até 73kg) nos Jogos de Pequim, Wang venceu na morte súbita o brasileiro Leandro Guilheiro, que acabou conquistando o bronze. Além da prata olímpica, Wang também foi campeão mundial duas vezes. No Rio, em 2007, em Rotterdam, em 2009, e levou o bronze em 2010, na disputa em Tóquio.

Desde que se aposentou, Wang, de 31 anos, abriu uma academia de judô em Daegu, além de trabalhar como líder esportivo e youtuber.

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