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Luta entre Gustafsson e Johnson gera US$ 3,1 milhões ao UFC

Evento se torna o maior público da história do Ultimate fora da América do Norte e junta torcedores de 44 nacionalidades diferentes

O Estado de S. Paulo

25 de janeiro de 2015 | 18h59

As 30 mil pessoas que lotaram a Tele2 Arena, em Estocolmo, neste sábado, renderam mais do que a receita de US$ 3,1 milhões (R$ 7,9 milhões) ao UFC: também sagraram o evento como o maior público da história do Ultimate fora da América do Norte.

Além dos suecos, que torceram pelo maior ídolo nacional no MMA, Alexander Gustafsson, no evento principal da noite, estima-se que pessoas de outras 43 nacionalidades estiveram presentes na arena. A proximidade e a facilidade de locomoção entre os países da Europa contribuiu para que o confronto do sueco contra Anthony Johnson se tornasse um sucesso de bilheteria e renda. Além dos ingressos, a organização também lucrou com os direitos de televisão, uma vez que a luta foi transmitida em TV aberta nos EUA e na própria Suécia.

Na última sexta-feira, três eventos foram anunciados para a Europa ainda em 2015: Polônia, Alemanha e Escócia receberão o UFC neste ano. Porém, David Allan, vice-presidente e gerente geral da organização na Europa, não confirmou quando os campos de futebol suecos voltarão a receber um evento após o sucesso deste sábado. A proporção que a luta ganhou evidencia o crescimento do esporte no velho continente.

A torcida sueca, porém, não teve muito o que comemorar com os resultados de dentro do octógono. Seus três representantes foram derrotados: Nico Musoke foi derrotado por Albert Tumenov e Akira Corassani foi nocauteado por Sam Sicilia. Na luta mais aguardada da noite, Gustafsson foi nocauteado por Johnson ainda no primeiro round, para desapontamento geral dos fãs.

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