Reprodução/Instagram/memorialsantos
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Rival joga a tolha e Rose Volante vence sua 1ª defesa de título mundial no boxe

Brasileira derrota a panamenha Lourdes Borbua por desistência no sexto round e chega a 13 vitórias

Estadão Conteúdo

22 Abril 2018 | 09h22

A brasileira Rose Volante teve sucesso, na madrugada deste domingo, na luta em que pela primeira vez defendeu o cinturão de campeã mundial da categoria peso leve da Organização Mundial de Boxe. Em combate realizado em Santos, ela viu a equipe da panamenha Lourdes Borbua jogar a tolha no ringue, em sinal de desistência da pugilista, antes do início do sexto round, e assim assegurou o triunfo.

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Aos olhos dos campeões mundiais Miguel de Oliveira e Acelino Popó Freitas, dois dos maiores nomes da história do boxe brasileiro que estavam na plateia, a paulistana conquistou o seu objetivo ao manter o cinturão que ela alcançou em dezembro passado. E agora ela passou a ostentar um cartel invicto de 13 vitórias, sendo sete delas por nocaute.

Na luta diante de Lourdes Borbua, que na pesagem estourou 2,8kg o limite da categoria peso leve, Rose foi dominante desde o início. Além de encaixar bons cruzados, começou a castigar a linha de cintura da adversária, que entrou no ringue com a perna direita enfaixada e mostrou que realmente não estava em boas condições físicas.

E, no fim do quarto assalto, a brasileira conseguiu o primeiro knockdown. A panamenha ainda voltou para o quinto round, mas foi derrubada novamente pouco mais de um minuto depois após receber um direto de direita. Guerreira, Lourdes Borbua se levantou em seguida para seguir na luta.

No intervalo do quinto para o sexto round, porém, a equipe de Lourdes jogou a toalha no ringue para avisar que a panamenha não reunia mais condições de seguir no combate. Desta forma, a brasileira foi declarada campeã por nocaute técnico no sexto assalto.

Antes desta luta, o último campeão mundial brasileiro a defender um cinturão havia sido Acelino Popó Freitas, em 2001, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, diante de Orlando Soto. Também presente na plateia em Santos, Eder Jofre fez o mesmo anteriormente em 1973, quando detinha o título dos penas, em Salvador, contra Vicente Saldivar.

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