MARCIO RODRIGUES/MPIX/CBJ
MARCIO RODRIGUES/MPIX/CBJ

Técnica vê seleção masculina de judô em alta antes de estreia em Düsseldorf

Grupo levado por Yuko Fujii ao Grand Slam alemão terá três cabeças de chave

Redação, Estadão Conteúdo

21 de fevereiro de 2019 | 12h22

A seleção brasileira masculina de judô enfim fará sua estreia na temporada 2019, nesta sexta-feira. E não deve decepcionar, na avaliação da técnica da equipe, Yuko Fujii. Para a japonesa, o time de 13 atletas chega em alta para competir no tatame do Grand Slam de Düsseldorf, na Alemanha. Três deles serão cabeças de chave: Eric Takabatake, Daniel Cargnin e Rafael Silva "Baby". A disputa em solo alemão acontecerá até domingo.

A competição também terá a presença das mulheres, que vão para a terceira do ano. Elas haviam estreado no Grand Slam de Paris, há duas semanas, e competiram também Aberto de Oberwart, na Áustria, no fim de semana passado. Em Düsseldorf, será a primeira vez que os homens e as mulheres do Brasil vão competir juntos.

No masculino, a maior aposta é justamente Eric Takabatake, na categoria até 60kg. Ele faturou a medalha de bronze em Düsseldorf, no ano passado. O atual número 9 do mundo em sua categoria garante estar em bom ritmo para ir até melhor neste ano.

"Acredito que, como no ano passado, vai estar muito forte. Düsseldorf e Paris sempre são muito fortes. Mas estou com a cabeça boa, estou bem treinado. Vim dessa preparação no Japão, os treinos no Brasil também foram ótimos. Estou tranquilo e confiante para voltar com essa medalha de novo", afirma Takabatake, que será o cabeça de chave número quatro.

No feminino, o destaque brasileiro é mais uma vez Mayra Aguiar. Ela é a atual vice-campeã da categoria até 78kg. Em Oberwart, no fim de semana, faturou a medalha de prata. Outras cabeças de chave no feminino são Rafaela Silva (até 57kg), Maria Portela (até 70kg), Maria Suelen Altheman e Beatriz Souza (ambas acima de 78kg).

A técnica da seleção masculina, Yuko Fujii, admite confiança em alta para a competição na Alemanha. "Os atletas treinaram bem em Mittersill, no Japão e no mini-treinamento específico que fizemos no Rio no CT do Time Brasil. Eles estão mais confiantes em soltar seus golpes e mais animados para fazer um ano melhor", projeta a japonesa. "Vejo bastante evolução na competitividade dos nossos atletas. A gente buscou ter competitividade no treino e todos responderam bem, estão mais competitivos agora."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.