Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

UFC prevê crescimento da organização no Brasil em 2019

David Shaw, vice-presidente sênior internacional do Ultimate, destaca a paixão dos brasileiros pelo MMA e garante que País terá no mínimo três eventos no próximo ano

Andreza Galdeano, O Estado de S.Paulo

30 Maio 2018 | 07h03

David Shaw, vice-presidente sênior internacional do UFC, aposta no crescimento da organização no País. "A importância do Brasil é enorme. É a nossa segunda base de fãs, atrás apenas dos Estados Unidos. Outro dado interessante é que 16% dos atletas que temos vêm do Brasil", diz ao Estado.

+ Leia mais sobre o noticiário do UFC

O dirigente confirmou o próximo evento no País para 22 de setembro, no ginásio do Ibirapuera, e prometeu realizar mais três edições do UFC no Brasil em 2019. "Queremos conectar os fãs em todo o País e sabemos que isso é melhor com eventos ao vivo. Já fomos a 13 cidades e queremos aumentar esse número", afirma.

Shaw lembra que São Paulo e Rio de Janeiro continuam sendo os grandes mercados para o UFC no Brasil, mas ressalta que a organização pretende continuar expandindo os negócios no País fora do eixo Rio-São Paulo. "Nós vamos continuar com o nosso plano que é levar o UFC para todos os cantos do País. Neste ano, nós fomos para Belém, nossa décima terceira cidade diferente, e queremos encontrar mais cidades. O plano é continuar fazendo eventos ao vivo e de qualidade para manter nossos fãs felizes", explica.

O executivo ainda conta que o número de fãs brasileiros continua aumentando. "A nossa base de fãs no Brasil está crescendo. Nós sabemos pelas nossas pesquisas. Um exemplo: no dia do evento no Rio, três dos assuntos mais falados no Brasil são relacionados ao UFC. Então, voltar para cá com um card predominantemente brasileiro é um enorme trabalho", avalia.

O vice-presidente acredita que a paixão dos fãs pelo MMA está atrelada aos grandes nomes do País dentro do Ultimate. "Nós temos um enorme número de lendas que tiveram uma carreira incrível no esporte. Por causa deles agora existem inúmeros jovens brasileiros que também querem fazer grandes coisas", diz. "A segunda razão é que nós precisamos continuar fazendo o esporte crescer. Vamos entrar nas comunidades e ensinar as crianças sobre artes marciais mistas e todas as diferentes disciplinas e princípios que cercam esse esporte", completa.

O canadense de Toronto é responsável pelos outros países fora dos Estados Unidos. Ele esteve pela primeira vez no Brasil para o UFC São Paulo de 2017, no ginásio do Ibirapuera, que teve a derrota de Lyoto Machida para Derek Brunson.

Neste ano, Shaw marcou presença no UFC Rio. O evento rendeu diversos resultados positivos para os brasileiros, com destaque para dois nocautes: Lyoto em cima de Vitor Belfort e a defesa do cinturão peso galo feminino de Amanda Nunes contra Raquel Pennington.

Mais conteúdo sobre:
UFC [Ultimate Fighting Championship]

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.