Eduardo Munoz/Reuters
Eduardo Munoz/Reuters

Associação de Tênis dos EUA confirma caso de covid-19 na 'bolha' do US Open

Entidade não revela o nome da pessoa infectada, apenas que não se tratava de um tenista

Redação, Estadão Conteúdo

18 de agosto de 2020 | 13h22

A Associação de Tênis dos Estados Unidos (USTA) confirmou nesta terça-feira um caso positivo para covid-19 dentro da "bolha" criada em Nova York para receber o US Open, a partir do dia 31. A entidade não revelou o nome da pessoa infectada. Disse apenas que não se tratava de um tenista.

"A USTA tem trabalhado junto à ATP e à WTA para criar um ambiente controlado para a disputa do torneio de Cincinnati em 2020. Junto com os seus consultores médicos e especialistas em doenças contagiosas do Mount Sinai Health System, a USTA confirma um teste positivo em um indivíduo", informou a entidade, em comunicado.

De acordo com a USTA, foi o único teste positivo para o novo coronavírus em 1.400 já realizados desde o dia 13 deste mês. Ainda segundo a entidade, o infectado não apresenta sintomas e ficará afastado por dez dias. Ao mesmo tempo, seguindo os protocolos sanitários, as autoridades vão rastrear as pessoas que tiveram contato com o infectado, o chamado "contact tracing" para definir se mais alguém precisará ficar de quarentena, por até 14 dias.

Antes do início do US Open, o complexo Billie Jean King National Tennis Center vai sediar o Masters 1000 de Cincinnati, que foi transferido para Nova York para ser incluído na "bolha" do Grand Slam. O torneio terá início já nesta quinta-feira, com as partidas de qualifying. A chave principal vai começar no sábado.

Para entrar na "bolha" e até mesmo nos Estados Unidos, os tenistas têm passado por testes e uma pequena quarentena, de um dia, em seus quartos de hotéis. Em Cincinnati, o Brasil será representado por Thiago Monteiro, atual número 1 do País, e pelos duplistas Marcelo Demoliner e Marcelo Melo. Bruno Soares ainda não confirmou sua presença.

Os casos de covid-19 nos EUA, país recordista de infectados e de mortos na pandemia, afastaram diversos tenistas tanto do Masters 1000 quanto do US Open. O espanhol Rafael Nadal, número dois do mundo, e a australiana Ashleigh Barty, líder do ranking feminino, serão as principais baixas. Na chave feminina, serão desfalques ainda a romena Simona Halep, vice-líder do ranking, e outras duas integrantes do Top 10.

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