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Bellucci minimiza vacilo em São Paulo e agora se concentra no Rio Open

Brasileiro teve dois match points no Brasil Open, mas é eliminado pelo eslovaco Martin Klizan ainda na primeira rodada no Ibirapuera

Estadão Conteúdo

11 de fevereiro de 2015 | 14h32

Melhor tenista do País no ranking da ATP, Thomaz Bellucci caiu logo na estreia do Brasil Open, o que causou decepção, não só pela queda precoce, mas também pela forma como aconteceu - o brasileiro teve dois match points no seu serviço quando liderava o terceiro set por 5/3 diante do eslovaco Martin Klizan, mas acabou sofrendo a virada. Após o duelo, porém, o número 63 do mundo tentou minimizar o seu vacilo.

"Acho que ele jogou bem nos pontos que precisava, devolveu melhor, jogou bolas mais profundas no 5/3 e mereceu. Foi mais mérito dele do que demérito meu", analisou Bellucci, preferindo elogiar a atuação de Klizan na noite de terça-feira no Ginásio do Ibirapuera.

"Não achei que joguei mal no 5/3. Ele ganhou confiança depois que me quebrou. Tentei colocar tudo para trás e quebrar de volta, mas não tive mais chances. Tênis é assim, nesse nível um ponto faz muita diferença", lamentou o brasileiro.

Derrotado, Bellucci agora se prepara para o Rio Open, ATP 500 que será disputado a partir da próxima segunda-feira. No ano passado, ele parou nas quartas de final ao ser derrotado pelo espanhol David Ferrer.

Enquanto isso, Klizan, o número 38 do mundo, vai duelar com o brasileiro João Souza, o Feijão, nas oitavas de final do Brasil Open, em partida marcada para esta quinta-feira. E o eslovaco não espera um duelo fácil. "Nunca enfrentei (o Feijão), mas treinei com ele algumas vezes. É um cara alto, tem um grande serviço e deve ser outro jogo duro", afirmou.

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