EFE/ Ricardo Nogueira
EFE/ Ricardo Nogueira

Bellucci vai com tudo para cima de Nadal na estreia do Rio Open

Nesta terça, o tenista número 1 do Brasil, 63º na ATP, tem sua mais dura estreia em casa: 'vou para ganhar e não para cumprir tabela'

O Estado de S. Paulo

15 de fevereiro de 2015 | 20h17

O principal desafio de Thomaz Bellucci já se coloca em quada na primeira rodada. Na estreia do Rio Open, nesta-feira, o tenista brasileiro mede forças com Rafael Nadal, número 3 do mundo que tenta subir nesta temporada dois degraus que o levarão novamente para a liderança dos pontos da ATP. Bellucci, que caiu na primeira partida no Brasil Open, em São Paulo, se apega ao que acredita para vencer o jogo.

"É o jogo mais complicado de primeira rodada do Rio Open, com certeza. Se pudesse escolher, gostaria de enfrentá-lo numa final, mas não dá para escolher adversário. Os únicos que sabem onde ficam na chave são os cabeças 1 e 2 e o resto pode pegar qualquer um", disse o número 1 brasileiro, 63º no ranking. Ele perdeu os três jogos que fez contra o espanhol, dois em Roland Garros, em 2008 e 2010, e um em Wimbledon, em 2012.

"Tenho de pensar que é um desafio jogar com Nadal no Brasil. Ele é o favorito, mas não vou entrar somente para cumprir tabela. Vou para ganhar. Vou tentar me impôr, sabendo que o Nadal é um cara sólido, regular. Ele pode não estar adaptado às condições da quadra e do Rio e quero usar isso a meu favor. Se há uma chance de vencê-lo é nesta primeira rodada."

O tenista brasileiro sabe que o torcedor de tênis, de modo geral, é fã de Rafael Nadal, dono de 14 títulos de Grand Slams, mas espera não ter de dividir seu público com o espanhol em sua própria casa. "Espero que no jogo de terça o público esteja a meu favor, mas tem vários fanáticos dele e acaba que ele é um cara muito experiente, não vai se abalar com torcida."

Domingo, o espanhol aproveitou sua passagem pelo Rio para desfilar no carnaval. Disse que não se preparou para isso, mas recebeu o convite da Viradouro com entusiasmo. Bellucci viu pela tevê. "Carnaval não é comigo, não é muito coisa de paulista, é mais de carioca e baiano."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.