Bicampeão em Wimbledon, Andy Murray garante comemoração maior que em 2013

Há três anos, o tenista Andy Murray quebrava uma escrita que durava muitos anos e foi o primeiro britânico a conquistar o título da chave de simples masculina de Wimbledon, o Grand Slam inglês disputado em quadras de grama em Londres, desde 1936. Agora, em 2016, o escocês repetiu a dose contra o canadense Milos Raonic e garantiu que a comemoração depois da final deste domingo seria ainda maior.

Estadão Conteúdo

10 de julho de 2016 | 17h21

"Na última vez, senti muito estresse e nervosismo. Esta noite, vou comemorar bem mais do que antes, posso garantir", afirmou o tenista número 2 do ranking mundial da ATP logo após bater Milos Raonic por 3 sets a 0, com dois tie-breaks.

Andy Murray lembrou das derrotas que teve em Wimbledon depois da conquista em 2013. "A vitória é extra especial por causa das duras derrotas, então estou muito orgulhoso de botar minhas mãos neste troféu de novo. Eu joguei bem hoje (domingo), mas Milos tinha tido boas semanas na grama e vitórias inacreditáveis. A partida dele contra Roger Federer (nas semifinais) foi um grande jogo, ele é um dos que dão duro por aí", comentou o tenista britânico.

Milos Raonic alcançou a primeira decisão de Grand Slam da carreira. Derrotado, o canadense perdeu a chance de subir ao posto de número 5 do mundo. Ele manterá a sétima colocação na atualização do ranking nesta segunda-feira. "É um desafio difícil (ganhar o título). Andy vem jogando bem e merece vencer aqui pela segunda vez. Essa vai doer, então vou me assegurar de que, enquanto essas quadras continuarem verdes, estarei de volta para uma outra oportunidade", declarou.

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