Brasil cai no ranking da Davis e agora espera por pedreira em sorteio desta terça

A Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda-feira os cabeças de chave para o sorteio dos confrontos dos playoffs para o Grupo Mundial da Copa Davis de 2016, que será realizado nesta terça. O Brasil acabou ficando fora deste grupo ao ser ultrapassado pela Eslováquia no ranking da competição. A nação caiu do 16º para o 18º lugar, enquanto os eslovacos subiram do 20º para o 17º posto.

Estadão Conteúdo

20 de julho de 2015 | 13h06

Assim, a Eslováquia foi confirmada como oitava e última cabeça de chave do sorteio dos playoffs para o Grupo Mundial, fato que aumenta as chances de o Brasil ter de encarar uma pedreira em sua luta para permanecer na elite da Davis. Os brasileiros terão pela frente, entre 18 e 20 de setembro, um rival a ser definido nesta terça.

Pela ordem, República Checa, Suíça, Itália, Estados Unidos, Japão, Alemanha, Croácia e Eslováquia são as nações pré-classificadas no sorteio. Para o Brasil, o consolo é que apenas contra Eslováquia ou talvez contra o Japão o País teria de atuar fora de casa. Contra os japoneses, a sede de um eventual duelo entre as duas nações seria definida por meio de sorteio, pois elas nunca se enfrentaram na Davis. E o regulamento da Davis determina que haja alternância de sedes de acordo com o último embate entre duas equipes nacionais.

Além do Brasil, Colômbia, República Dominicana, Índia, Holanda, Polônia, Rússia e Usbequistão são os países que serão sorteados para encarar confrontos diante de cabeças de chave nos playoffs da competição. Os oito vencedores destes duelos marcados para setembro estarão garantidos no Grupo Mundial, enquanto os oito perdedores terão de disputar o Zonal 1 da divisão de acesso à elite.

Eliminado pela Argentina, em Buenos Aires, na primeira rodada do Grupo Mundial de 2015, o Brasil não atuou neste último final de semana na Davis. Assim, teve descontados 525 pontos no ranking da competição, que considera resultados obtidos ao longo dos últimos quatro anos e dá maior peso aos mais recentes para definir as colocações dos países após cada rodada de confrontos.

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