Brasil não terá vida fácil na Davis

O Brasil vai conhecer ainda esta semana seu adversário de estréia da Copa Davis de 2006, agora na segunda divisão, o Grupo I da Zona América. O sorteio das chaves da competição mundial será realizado na quinta-feira em Paris e já se sabe que a equipe brasileira não deverá ter vida fácil para tentar voltar ao Grupo Mundial. A ITF (a Federação Internacional de Tênis) avisou que usará o ranking das nações para definir os cabeças-de-chave e não mais critérios subjetivos.Com essa nova determinação, já fica claro que o Brasil não será cabeça-de-chave e assim terá de jogar em fevereiro contra um dos seguintes países: Venezuela, Peru ou México. Os cabeças-de-chave serão Equador e Canadá, que a equipe brasileira só poderá enfrentar caso passe pela primeira rodada, em fevereiro. Se o time de Fernando Meligeni vencer os dois confrontos do próximo ano estará classificado para o play-off do Grupo Mundial.No Grupo Mundial, os cabeças-de-chave são Eslováquia ou Croácia, como cabeça 1 ou 2, dependendo do resultado das finais da Davis entre estes dois países este ano, com Espanha como cabeça 3, Rússia, 4; Austrália, 5; França, 6; Argentina, 7; e Estados Unidos, 8.Guga - Depois de ter defendido o Brasil na Davis, no Uruguai, Gustavo Kuerten anunciou que só volta a jogar no próximo ano. Seu plano é iniciar a pré-temporada mais cedo, já no próximo mês, e retornar às quadras em janeiro nos torneios preparatórios para o Aberto da Austrália.

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