Bruno Soares evita lamentar queda em Paris e já projeta recuperação em 2016

Bruno Soares evitou lamentar a derrota que o eliminou do Masters 1000 de Paris nesta quinta-feira. Ainda que o revés diante do compatriota Marcelo Melo e do croata Ivan Dodig não apenas tenha encerrado a temporada de Soares. Também pôs fim à parceria com o austríaco Alexander Peya.

Estadão Conteúdo

05 de novembro de 2015 | 17h10

"Ficou no detalhe hoje", disse Soares após a derrota por 2 sets a 1. O brasileiro ficou sem a vaga no ATP Finals com o revés desta quinta. No entanto, preferiu valorizar o crescimento nesta reta final da temporada, ao invés de lamentar a ausência no torneio que reúne as oito melhores duplas do ano em Londres.

"Foi um final de temporada muito bom, de um ano de altos e baixos, em que não rendemos o nosso melhor. Mas ficamos felizes em terminar o ano com o título de um ATP 500 duríssimo e fazer mais dois belos jogos em Paris", afirmou, ao destacar o troféu conquistado na Basileia, no domingo.

Com a queda na chave de Paris e o fim da chance de disputar o ATP Finals, Soares e Peya entraram em quadra juntos pela última vez no circuito. O anúncio do fim da parceria foi feito no fim do mês passado. Mas a despedida só foi efetivada nesta quinta. Em 2016, o brasileiro jogará com o escocês Jamie Murray, irmão de Andy Murray.

"Temos novidades para o ano que vem. Estou bem empolgado com o que vem pela frente. Tenho que seguir trabalhando, tentando melhorar e evoluir. Termino o ano com mais confiança e jogando ainda melhor do que eu vinha", afirmou.

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