Peter Staples/ USTA
Peter Staples/ USTA

Bruno Soares joga a final do US Open pelo seu sexto Grand Slam

Ao lado do croata Mate Pavic, brasileiro decide nesta quinta-feira o torneio de duplas e também busca o 3º título em Nova York

Felipe Rosa Mendes, O Estado de S. Paulo

10 de setembro de 2020 | 05h00

Bruno Soares busca nesta quinta, a partir das 16 horas (horário de Brasília), o sexto título de Grand Slam de sua carreira. O brasileiro vai disputar a final de duplas do US Open ao lado do croata Mate Pavic e tem a seu favor um histórico positivo nas quadras rápidas de Nova York.

Soares conhece como poucos as quadras do complexo Billie Jean King National Tennis Center. Dos cinco títulos de Slam que tem, três foram conquistados no local. Além disso, foi vice-campeão em 2013, ao lado de Alexander Peya. “Nova York é um lugar muito especial para mim, é a minha quinta final de Grand Slam aqui”, destaca o tenista mineiro.

É a primeira final deste nível de Soares ao lado de Pavic. E admite surpresa com o bom rendimento no US Open, após cinco meses sem jogar por causa da pandemia. “Era difícil esperar qualquer coisa depois do tempo em que ficamos parados. Era uma incerteza muito grande para todo mundo”, reconhece o atual 27.º do mundo nas duplas.

Na final, Soares e Pavic (17.º do ranking) vão enfrentar o holandês Wesley Koolhof (16.º) e o também croata Nikola Mektic (22.º). Os rivais começaram a jogar juntos neste ano e ambos são estreantes em finais de Grand Slam nas duplas. “A decisão vai ser mais uma pedreira, pegamos uma chave duríssima e não seria diferente em uma final de Grand Slam”, diz Soares.

Para chegar à final, brasileiro e croata deixaram pelo caminho rivais de peso como o holandês Jean-Julien Rojer e o romeno Horia Tecau; a dupla cabeça de chave número 5, formada pelo espanhol Marcel Granollers e pelo argentino Horacio Zeballos; e o britânico Jamie Murray, irmão de Andy e ex-parceiro do próprio Soares.

O mineiro já é o segundo brasileiro com mais títulos de Slam com seus cinco troféus. Só está atrás da lendária Maria Esther Bueno, dona de 19 troféus, entre títulos obtidos nas chaves de simples, duplas e duplas mistas nas décadas de 50 e 60. 

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