Reprodução/ITTF
Reprodução/ITTF

Calderano supera chinês e faz história no tênis de mesa ao ir à final no Catar

Brasileiro vence o chinês Lin Gaoyuan, número 4 do mundo, na semifinal e disputa decisão neste domingo

Estadão Conteúdo

10 Março 2018 | 16h42

O mesa-tenista brasileiro Hugo Calderano voltou a fazer história no Aberto do Catar do Circuito Mundial neste sábado. Um dia após derrotar o líder do ranking, o alemão Timo Boll, ele se classificou à final do evento de nível Platinum, o mais alto do esporte, ao conquistar mais duas vitórias de peso em Doha.

+ Calderano faz história e vence número 1 do tênis de mesa no Catar

+ Mais notícias de tênis de mesa

Na decisão, agendada para as 12h30 (horário de Brasília) deste domingo, Calderano terá pela frente o chinês Fan Zhendong, o número 2 do mundo. "Estou realmente feliz, muito feliz por alcançar a final. Eu penso que as horas de treino e as dores te levam ao nível mais alto. Agora eu tenho de manter o foco e não me acomodar", disse o brasileiro à ITTF TV.

Nas semifinais, Calderano derrotou o chinês Lin Gaoyuan, número 4 do mundo, por 4 sets a 0, parciais de 11/9, 11/8, 11/4 e 11/6. Com um início forte no duelo, o brasileiro triunfou no primeiro set após abrir 5/0. Na segunda parcial, ele reagiu depois de estar perdendo por 4/1. E os outros dois sets foram mais tranquilos, com Calderano liderando o placar desde o início.

Antes desse triunfo, Calderano havia atuado pelas quartas de final, fase em despachou o prodígio japonês Tomokazu Harimoto, de 14 anos e número 12 do ranking, por 4 sets a 0, com parciais de 11/5, 11/6, 11/6 e 11/7, se tornando o única mesa-tenista de fora da China a avançar às semifinais no Catar.

Esta será a primeira final individual de Grand Slam da carreira de Calderano. E independentemente do resultado do duelo deste sábado, ele vai ficar figurar no Top 10 do ranking mundial pela primeira vez na sua carreira. Neste ano, o brasileiro já havia sido semifinalista do Aberto da Hungria.

Mais conteúdo sobre:
tênis de mesa Hugo Calderano

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.