Cinco motivos para a queda de público no Brasil Open de 2015

Em sete dias de competição, Ginásio do Ibirapuera recebeu 29.457 torcedores. Há dois anos, 57.465 fãs assistiram ao torneio de tênis

Nathalia Garcia, O Estado de S. Paulo

16 Fevereiro 2015 | 11h43

Quem acompanhou a 15ª edição do Brasil Open, em São Paulo, viu muitos assentos vazios nas arquibancadas. Em sete dias de competição, o Ibirapuera recebeu 29.457 torcedores. Com capacidade para nove mil pessoas, o ginásio não registrou lotação máxima em sequer um dia.

Entre 2001 e 2011, o Brasil Open foi disputado na Costa do Sauípe, na Bahia, e tinha uma média de público de 15 mil pessoas. Com o objetivo de elevar o alcance da competição de nível ATP 250, ela passou a ser disputada na capital paulista a partir de 2012. Naquele ano, 45.700 pessoas assistiram aos jogos no Ibirapuera.

Em 2013, o torneio registrou o seu recorde de público devido à presença do tenista Rafael Nadal. Com ingressos esgotados em cinco dos sete dias, a competição atingiu a marca de 57.465 espectadores, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. A capacidade do ginásio era de 9.300 lugares.

No ano passado, a organização promoveu algumas mudanças e passou a contar com ingressos numerados. Com isso, a capacidade máxima do ginásio caiu para 8.500 pessoas. Mesmo assim, o Ibirapuera não atingiu seu limite e ficou entre 20 e 30 mil fãs de tênis. O dia mais movimentado foi as semifinais, quando cinco mil pessoas acompanharam a eliminação de Thomaz Bellucci e o abandono de Tommy Haas.

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