Eduardo Muñoz Alvarez/AFP
Eduardo Muñoz Alvarez/AFP

Com estreia de Bia, Brasil terá 13 tenistas no Aberto da Austrália

Número 1 do Brasil e 71ª colocada do ranking da WTA, Bia jogará pela primeira vez na chave adulta em Melbourne

Estadão Conteúdo

21 Dezembro 2017 | 13h34

Com direito a estreia de Beatriz Haddad Maia, o Brasil contará com 13 tenistas no Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam da próxima temporada, em janeiro. Número 1 do Brasil e 71ª colocada do ranking da WTA, Bia jogará pela primeira vez na chave adulta em Melbourne, e entrará direto na chave principal.

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"Estou muito feliz, será meu primeiro Australian Open. Estou me preparando, o primeiro foco é em Auckland", diz a brasileira, referindo-se ao torneio preparatório, na Nova Zelândia. "Quero manter meu objetivo de me manter agressiva, sólida e acreditar em mim independente das adversárias, que são duras também", declarou.

Bia será a única adulta a entrar direto na chave de simples. Thomaz Bellucci, Thiago Monteiro e Rogério Dutra Silva precisarão disputar o qualifying. Rogerinho tem chances de entrar direto, caso ocorram desistências. Nas duplas, Marcelo Melo, Bruno Soares, Marcelo Demoliner e André Sá estão garantidos na chave principal das duplas masculinas.

O bom número de participantes brasileiros na edição 2018 do Aberto da Austrália se deve aos juvenis. Após dois anos, o País voltará a ter representantes nestas chaves. Thiago Wild, João Lucas Reis, Matheus Pucinelli e Igor Gimenez estão assegurados na chave principal de simples. Gilbert Klier terá que disputar o quali.

Assim como Bia Haddad, Thiago Wild fará sua estreia em Melbourne. "Comecei a pré-temporada na semana passada. Fiquei um tempo parado porque torci o tornozelo no Challenger do Rio. Fiquei umas duas semanas parado, depois tive férias e fiz a m recuperação. Eu já joguei todos os Grand Slams com exceção deste", diz o tenista de 17 anos, sem esconder a ansiedade.

Recuperado da lesão, o número 21 do mundo no ranking juvenil espera ganhar mais experiência na Austrália para fortalecer a transição para o profissional. "É meu último ano no juvenil, então vou com a mentalidade de ser campeão, mas meu foco para o ano que vem será o profissional, principalmente a transição para disputar os challengers para jogar torneios maiores e subir mais rápido no ranking", afirma Wild.

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