Com festa para Guga, Brasil Open será torneio ecológico

Sserão plantadas 600 árvores em torneio de despedida do tênista brasileiro das quadras

Chiquinho Leite Moreira, O Estado de S. Paulo

12 de janeiro de 2008 | 11h12

Enquanto na Austrália os tenistas têm um grande desafio sob o sol de Melbourne, o Brasil Open prepara-se para marcar uma nova era, como primeiro torneio do planeta a unir competição à redução do impacto ambiental. Marcado para 9 a 17 de fevereiro, numa das áreas de forte apelo ecológico, como a Costa do Sauípe, a organização do evento implantará várias ações de sustentabilidade.   Serão plantadas 600 árvores, e todo o madeiramento usado na estrutura é de fonte certificada de reflorestamento. Resíduos como latas de bola, cordas de raquete e lixo serão reciclados e também aproveitados pelo Projeto Berimbau, que busca desenvolver e apoiar a população carente dessa região na Bahia.   "Estamos sempre apoiando ações que visam melhorar a qualidade de vida da população da região, como estes do Projeto Berimbau", afirmou Alexandre Zubaran, da Costa do Sauípe.   Além desse fato inédito, o Brasil Open vai marcar também o coração da torcida brasileira, com a despedida oficial de Gustavo Kuerten. Os organizadores do torneio estão planejando uma grande festa, com participação de aristas como Paula Toller e Carlinhos Brown, esportistas como o velejador Robert Scheidt e o técnico de vôlei Bernardinho. "Queremos mais do que um adeus", disse o diretor do torneio, Fernando von Oertzen. "Vamos fazer um agradecimento por tudo que o Guga fez para o tênis."   Guga já ganhou wild card (convite) para jogar simples e também a chave de duplas ao lado da revelação Thomas Bellucci. Nesta terça-feira, em São Paulo, o tricampeão de Roland Garros anuncia oficialmente seus planos para 2008, com detalhes de sua turnê de despedida.

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