Marcelo Sayão/EFE
Marcelo Sayão/EFE

Com só 3 do Top 50, Brasil Open tem chave modesta e Cuevas atrás de tetra inédito

Competição disputada em São Paulo não vai contar com grandes estrelas

Rafael Franco, O Estado de S.Paulo

25 de fevereiro de 2019 | 04h30

Sem nenhuma grande estrela, o Brasil Open de 2019 conta com apenas três tenistas que hoje fazem parte do Top 50 do ranking da ATP em sua chave principal: o português João Sousa, o tunisiano Malek Jaziri e o argentino Guido Pella, que até o último domingo ocupavam as respectivas 40ª, 44ª e 46ª posições na listagem da entidade, atualizada sempre às segundas-feiras.

Abaixo deste grupo, destaque para a presença do uruguaio Pablo Cuevas, que terá a chance de se isolar como o maior campeão da história do Brasil Open depois de ter faturado o tricampeonato com os títulos consecutivos em 2015, 2016 e 2017. O espanhol Nicolas Almagro, vencedor em 2008, 2011 e 2012, divide com o uruguaio a condição de maior campeão do evento.

A revelação brasileira Thiago Wild ganhou um dos convites para integrar a chave principal, assim como ocorreu com a promessa canadense Felix Auger-Aliassime, algoz de estreia do italiano Fabio Fognini e vice-campeão do Rio Open, na semana passada. E o tenista do Canadá pegará logo de cara em sua campanha o tricampeão Cuevas.

O argentinos Federico Delbonis e Leonardo Mayer e os espanhóis Jaume Munar e Albert Ramos-Viñolas, todos integrantes do Top 100, serão outros tenistas que o público poderá acompanhar de perto em São Paulo.

Outro brasileiro que entrou direto na chave principal por ter recebido um convite da organização foi Thiago Monteiro, atual número 1 do País. Ele abrirá sua campanha contra o norueguês Casper Ruud, que venceu os dois duelos que fez com o tenista cearense no circuito profissional. Já o primeiro rival de Wild será sueco Elias Ymer, tenista que também é considerado pela ATP como uma promessa.

Os brasileiros João Menezes, João Souza e Pedro Sakamoto disputaram o qualifying para a chave principal, mas somente Sakamoto conseguiu entrar na chave principal. Assim, o Brasil terá três representantes na competição. Em sua estreia, contra o espanhol Jaume Munar, 66º do mundo, ele disputará sua primeira partida de nível ATP em uma chave principal. 

Nas duplas, Marcelo Demoliner, vice-campeão em 2017, atuará ao lado do seu novo parceiro, o dinamarquês Frederik Nielsen. E eles estrearão já contra a parceria cabeça de chave número 1, formada por Pablo Cuevas e o argentino Horácio Zeballos. 

Vice-campeões do Rio Open no último sábado, Rogério Dutra Silva e Thomaz Bellucci voltarão a reeditar a dupla no Brasil Open e estrearão contra o argentino Leonardo Mayer e o português João Souza, cabeças 2 do torneio.

A outra parceria nacional da competição, formada por Igor Marcondes e Rafael Matos, ganhou convite para a chave principal e medirá forças na primeira rodada com os alemães Maximilian Marterer e Andreas Mies.

No ano passado, mesmo sem nenhuma grande estrela como ocorre em 2019, o Brasil Open atraiu cerca de 42 mil torcedores ao longo de sua semana de disputas e contabilizou o segundo maior público de uma edição do evento. E agora a organização espera poder repetir ou até superar esse sucesso. "Dentro do que é possível, estaremos promovendo o evento em vários meios de comunicação e esperamos que a resposta para o nosso empenho seja satisfatória", projetou Luis Felipe Tavares, diretor do torneio brasileiro, ao Estado

SERVIÇO

Com ingressos a partir de R$ 25 e com meia-entrada para todos os setores, o ATP 250 brasileiro vende os seus bilhetes por meio do site www.ingressorapido.com.br. Clientes com cartão American Express têm 20% de desconto, com compra limitada a quatro ingressos por dia de evento. Os preços para todos os setores do Ibirapuera, que variam de acordo com o dia de disputa da competição, também podem ser acessados através do link http://www.brasilopen.com.br/ingressos.

 

 

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