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Complexo do US Open ganha cobertura no valor de R$ 480 milhões

Novo teto evita adiamentos das partidas de tênis provocados pela chuva

O Estado de S.Paulo

26 Agosto 2016 | 11h27

Com a nova cobertura retrátil do Estádio Arthur Ashe, no valor de R$ 480 milhões, não será mais necessário adiar partidas de tênis por causa do mau tempo, pelo menos não no complexo de Flushing Meadows, em Nova York, na quadra central. A quadra principal é palco do Grand Slam dos Estados Unidos e terá sua estreia na partida da próxima segunda-feira.

A chuva era um grande impasse em finais de torneio. Entre 2008 e 2012, todas as partidas foram remarcadas de domingo para segunda-feira em função do problema. Em 2011 não foi só a final. Quatro fases foram prejudicadas pelas condições climáticas.

Além da nova cobertura, que é fechada em apenas seis minutos com equipamento eletrônico, o complexo foi ampliado e recebeu um sistema de refrigeração para controlar a umidade dentro do estádio. O próximo passo é cobrir o estádio Louis Armstrong, o que deve acontecer somente em 2018.

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