Davis: Brasil já sonha com a final

Com a vitória sobre o Marrocos, o Brasil abriu um largo caminho para poder fazer uma campanha histórica na Copa Davis e chegar a uma final. A equipe brasileira já esteve por duas vezes nas semifinais, em 1992, contra a Suíça e 2000, contra a Austrália, mas sempre jogou fora de casa e perdeu os jogos. Agora, em 2001, a situação é bem mais favorável. O próximo confronto, provavelmente contra a Austrália, seria disputado no Brasil, nas condições em que a equipe mais gosta: em quadra de saibro e ao nível do mar. Assim, tem boas chances de passar pelos australianos, mesmo diante de adversários como Patrick Rafter e Lleyton Hewitt. Na Davis, o mando de jogo determina enormes vantagens, como a de escolher o local das partidas e a superfície mais favorável. Assim, poderia ir longe na competição se continuar sendo a sede dos confrontos, o que pode ocorrer até a final, se cruzar a Austrália, na próxima etapa, e depois a Suécia (que está jogando com a República Checa) ou a Rússia (jogando com a República Eslovaca). Mudanças - Com o confronto diante do Marrocos já decidido, os jogos deste domingo perdem o valor e passam a ser quase um amistoso. O técnico Ricardo Acioly já adiantou que poderá fazer alterações entre os titulares, tirando Guga ou Meligeni. O mesmo pode acontecer com o Marrocos. Os jogos programados teriam Kuerten diante de Arazi e Meligeni com Alami. As partidas deste domingo também serão disputadas em melhor de três sets e não mais em cinco.

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